quinta-feira, 17 de março de 2011

COMO MOTIVAR E RECONHECER A SUA EQUIPE

Prof. Luiz Marins PH.D

Passamos a maior parte de nossa vida no trabalho. Daí a importância de fazer do trabalho momentos de realização, crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional.

"Motivação" significa encontrar as razões para que eu faça melhor aquilo que é esperado de mim – por mim e pelos outros – seja a empresa ou a própria sociedade.

Um dos fatores mais importantes para a motivação das pessoas é oreconhecimento. Acertos continuados, a atribuição de maior autonomia e incentivo a iniciativas individuais têm sido usados como formas de incentivo que ultrapassam o salário.

Equipes motivadas pelo constante reconhecimento são capazes de realizar feitos incríveis. Programas de reconhecimento e incentivo são importantes e aumentam a "motivação" entre as pessoas que compõem a empresa.

Assim, participar ativamente dos programas que a empresa desenvolve para o reconhecimento e a motivação farão a empresa ter mais sucesso, e com o sucesso da empresa e o reconhecimento e a motivação dos seus colaboradores todos sentir-se-ão mais "felizes".

Empresas do mundo todo estão percebendo o valor do reconhecimento e fazendo uso constante e planejado de formas eficazes de motivação a seus colaboradores. Oferecer "reconhecimento" e valorizar os comportamentos positivos são condições básicas para conseguir o comprometimento das pessoas.

Num mundo em extrema mudança, quanto mais uma empresa deixar claro para seus colaboradores quais os seus valores e o que espera de seu pessoal, maior será o seu sucesso, pois terá obtido uma equipe motivada. Esses componentes de "reconhecimento" e "motivação" farão pessoas mais felizes e dispostas a crescer – pessoal e profissionalmente. E isso é o que importa e faz a diferença.

Luiz Marins - é empresário nas áreas de consultoria, agribusiness, comunicação e marketing e turismo. Através da Anthropos Consulting - fundada em 1984 - presta consultoria às maiores empresas brasileiras. Seus livros são best-sellers desde 1985 e suas fitas de vídeo nas áreas de gestão empresarial estão entre as mais vendidas do Brasil.

O PODER DAS ESTRATÉGIAS

Carlos Alberto Júlio

Quando me perguntam "O que significa trocar a turbina do avião em pleno vôo?" O que eu quero dizer é que não dá pra "parar" a Empresa para mudar e sim TEM DE MUDAR SEM PARAR !! Mudar no dia-a-dia é uma característica que as Empresas de Sucesso acreditam ser a única maneira de Competir e Manter-se nos Negócios.

O Professor Michael Porter diz: "Estratégia é algo diferente que a e Empresa faz".

Agora, quando Falamos em Planejamento Estratégico é algo que a Empresa vislumbra num Futuro, e por esta razão é um Planejamento.

Eu costumo dizer que uma Pequena Empresa deve e tem de fazer um Planejamento Estratégico, pois "Se você não sabe para onde quer ir Qualquer caminho serve!"

Procurarei mostrar isto no meu próximo livro A MAGIA DA ESTRATÉGIA, divulgado aqui em primeira mão.

Uma das grandes "tacadas" que o Presidente ou dono de uma Empresa deve fazer, é envolver todos os Funcionários no planejamento estratégico, começando de baixo para cima.

Algumas Empresas têm utilizados grandes estratégias empresariais ganhando mercado, tendo grandes Lucros, etc.

Vou citar pelo menos duas: EMBRAER começou a desenvolver aviões onde a concorrência dos "mega-concorrentes" AIRBUS E BOEING não estavam.

Temos também a estratégia da Marca Global HAVAIANAS, hoje um dos cases mais ridos da Indústria Brasileira, exportando Moda, Estilo e Agregando valor. Lembro que um par de Havaianas pode ser vendido por até US$ 100 em Los Angeles.

Agora quando falamos em Estratégia Competitiva, aí sim estamos falando em Planejar, levando-se em conta a CONCORRÊNCIA e buscando áreas onde nossa empresa pode fazer mais pelos clientes que nossos concorrentes.

Eu costumo dizer que, para completar tudo isto, não podemos esquecer dodiferencial competitivo que é "Aquilo que encontro em minha operação ou na minha cadeia de valor que faço Melhor ou Mais rápido que meus concorrentes".

quarta-feira, 16 de março de 2011

Mídias sociais causam mais danos a marcas que Procon.


São Paulo – Em janeiro deste ano, as críticas de um consumidor contra a fabricante de eletrodomésticos Brastemp levaram a empresa a figurar entre os quatro assuntos mais comentados do mundo no Twitter. Nesta semana, o amargo papel foi representado pela Renault. Cansada de esperar durante quatro anos pela atenção da companhia para resolver seu problema, uma consumidora criou um site e gravou vídeos em que conta e compartilha em redes sociais sua indignação com o descaso da marca.

O site Reclame Aqui, que atua como um canal online direto de comunicação entre consumidor insatisfeito e marca, registrou em 2010 uma média de 4 milhões de visitas por mês, número quatro vezes maior do que o alcançado em 2009 e também superior à contagem de atendimentos realizados pelo Procon – Procuradoria de Defesa do Consumidor - neste ano, fechada em 630 mil. Isso aponta para uma mudança no comportamento dos consumidores e deve ser visto com atenção pelas marcas.Provas indiscutíveis de que as empresas ainda estão falhando em questões fundamentais como o atendimento ao cliente, os dois casos são também emblemáticos porque colocam a reputação das empresas envolvidas em questionamento.

A escolha por compartilhar a insatisfação na web mostra que os consumidores estão muito mais atentos aos canais de comunicação que têm à sua disposição do que as empresas. E mais, estão cientes de que quando a reputação de uma marca é afetada, o problema é “mais embaixo”, e ela tende a ser mais ágil para amenizar a situação.

“Quando o consumidor vai reclamar por telefone ou vai em uma loja física para reclamar de alguma coisa, ele é bastante complacente, mas quando esse mesmo consumidor entra em uma rede social ou qualquer outra rede na web, ele se transforma, usa muita força no que diz e apela mais, colocando detalhes da má experiência que teve. Então esse impacto é muito grande para as marcas”, diz Maurício Vargas, diretor geral do Reclame Aqui.

Para André Telles, CEO da agência Mentes Digitais, dificilmente uma ação no Procon impacta tão negativamente uma marca se comparada ao compartilhamento dessa mesma insatisfação nas redes sociais: “Uma reclamação pode ir para frente no Procon, mas apenas como um fato isolado, e por isso não afeta tanto a marca. Mas quando cai nas redes, impacta muito. Os consumidores estão dando exemplo de como utilizar as ferramentas multimídia para reclamar seus direitos.”

Um recente estudo da E.Life, empresa de inteligência de mercado e gestão do relacionamento em redes sociais, monitorou o termo #Fail no Twitter por um período de três meses. Os resultados da pesquisa mostraram que as categorias de empresas mais criticadas no Twitter foram as mesmas mais reclamadas também no Procon.

“Com certeza as redes sociais e o Reclame Aqui estão modificando o relacionamento com o consumidor, porque eles estão presentes também no pré-compra. O Procon é presente apenas na repercussão negativa, no pós-compra negativo. A Brastemp, por exemplo, foi parar nas redes sociais porque uma pessoa colocou ela lá, e outras pessoas confirmaram a experiência negativa.”Ou seja, as redes sociais são hoje um canal natural de autorregulamentação no tratamento do consumidor, como explica Alessandro Barbosa Lima, presidente da E.Life. Apesar de não serem um canal oficial como o Procon, agem como potencializadores na relação da marca com o consumidor, afetando tanto para o bem quando para o mal.

As reclamações de clientes em redes sociais se tornam cada vez mais efetivas na resolução dos problemas não só porque expõem o desrespeito de uma marca com seu cliente, afetando na credibilidade da companhia, mas sobretudo porque têm um sentido de permanência. O mesmo marketing que uma década atrás era feito boca a boca, hoje é feito também na rede. A diferença é que o que é comentado permanece online, disponível para acesso e pesquisa.

“As informações publicadas em 2004, na abertura do Orkut no Brasil, por exemplo, podem ser consultadas hoje, em 2011, e podem ser tomadas como verdade, mesmo que a empresa já tenha mudado”, diz Barbosa Lima. “O que estamos vendo hoje é que o SAC, em tempos de redes sociais, é feito com uma plateia.Virou praticamente um ‘reality show’. Então acaba sendo hoje bem mais sensível para uma empresa do que era nos anos 90. O que as empresas ainda não entenderam é que o SAC hoje é o novo marketing, e se esse canal não atua bem em redes sociais, ele tá prestando um mau serviço em público.”

Futebol ainda é esporte mais lucrativo para marketing.


A J.Cocco Sportainment Strategy divulgou o Ranking Sport Marketing de 2011, com as atividades esportivas mais lucrativas para investimentos de marketing. O futebol continua ocupando o primeiro lugar, acumulando 1.522 pontos.

O rugby é a modalidade que mais avançou em comparação com o último levantamento, em outubro de 2010, deixando o 28º lugar e ocupando agora a 24ª posição. As modalidade que sofreram queda foram automobilismo e golf, caindo uma posição cada, e ocupando respectivamente, a terceira e a sexta posição.O destaque deste ano é a subida do vôlei e do atletismo, que deixaram a terceira e a sexta posição, ocupando agora, respectivamente, o terceiro e quinto lugar. Já o basquete ganhou dois pontos, subindo da 22ª posição para a 20ª.

EsporteRanking Março / 2011Ranking Outubro 2006
FUTEBOL 1522 1524
VOLEIBOL 1375 1395
AUTOMOBILISMO 1342 1366
TÊNIS 1213 1213
ATLETISMO MARATONAS CORRIDA DE RUA ACADEMIA 1121 1077
GOLF 1097 1117
GINÁSTICA 1068 1285
HIPISMO 1053 1005
DESPORTOS AQUÁTICOS 997 952
MOTOCICLISMO 974 960
SURF 972 912
RADICAIS 939 840
CICLISMO 915 838
POLO 906 945
FUTSAL 892 891
HANDBALL 793 786
TRIATHLON 790 847
VELA E MOTOR 770 865
BICICROSS 760 828
BASQUETE 722 863
ESQUI AQUÁTICO 650 737
SKATE 601 613
PARAQUEDISMO 599 804
RUGBY 569 590
VÔO A VELA 567 660
JUDO 538 653
BASEBALL E SOFTBALL 518 529
TIRO ESPORTIVO 485 648
TÊNIS DE MESA 483 551
HOQUEI E PATINÇÃO 442 590
BADMINTON 436 526
PESCA E DESPORTOS SUBAQUÁTICOS 434 585
DESPORTOS NA NEVE 424 581
ESGRIMA 421 582
SQUASH 389 587
PENTATLO MODERNO 383 535
REMO 381 501
DESPORTOS NO GELO 360 517
XADREZ 344 525
HOQUEI SOBRE GRAMA E INDOOR 332 502
BOXE 327 483
DESPORTOS UNIVERSITÁRIOS 315 418
TAEKWONDO 306 591
ORIENTAÇÃO 276 428
LEVANTAMENTO DE PESO 276 441
TIRO COM ARCO 271 429
CAPOEIRA 267 439
CANOAGEM 255 470
KARATÊ 252 412
JIU-JITSU 250 410
KUNG FU WUSHU 249 432
CULTURISMO E MUSCULAÇÃO 248 478
LUTAS ASSOCIADAS 246 406
CAÇA E TIRO 214 359
BOLICHE 191 406