



Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.
Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.
Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.
Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:
1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.
2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.
3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.
4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.
5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.
6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.
7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.
8. Atraso: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.
9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.
10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.
De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. "Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira", afirma.
1. Conheça seu mercadoNão é segredo para empresários a importância de conhecer seu mercado. Também não são poucas as vezes em que falta de recursos – financeiros e humanos – não permitem levantar estes dados. Para isso, mídias sociais são um ótimo canal de monitoramento de sua área de negócios.
Como? Um jeito é configurar alertas do Google com as palavras-chave relevantes para você. O RSS também ajuda a acompanhar notícias sobre um determinado assunto. Uma boa dica é fazer uma lista com palavras-chave relevantespara seu negócio e utilizar Google Alerts para monitorá-las em blogs. O buscador Bing também oferece um RSS de notícias. Fazer isso é simples: digite a palavra a ser monitorada e selecione ‘Notícias’, no campo superior da barra depesquisas, e ‘Apenas no Brasil’, abaixo. Uma página abrirá com as últimas notícias relacionadas ao termo pesquisado, ao lado esquerdo da tela há a opção de RSS e você poderá escolher como receber as atualizações.
Ferramentas no Twitter também ajudam. Tweet Deck e HootSuite (além de muitos outros) ajudam a monitorar as palavras ou perfis de seu interesse em colunas próprias. O HootSuite tem a vantagem de permitir inclusão de diversas pessoas num perfil – o que facilita no próximo passo, acredite.
É melhor ouvir de um cliente uma crítica, melhorar e conquistar mais consumidores do que nunca saber onde errou. Encoraje seus clientes a darem suas opiniões sobre seus produtos e serviços. As redes sociais são o lugar para isso, desde que você saiba como usar.
Facilite o contato do consumidor: o seu e-mail de contato deve estar visível em seus perfis. Sempre siga seus clientes noTwitter para que eles possam se comunicar por DM – direct message e deixe todas as formas de contato muito acessíveis em seu site.
Responda rápido: não importa se a crítica veio por e-mail, no Twitter ou no Facebook. É importante dar uma boa resposta a ela na hora. Afinal, é para isso que você está neste ambiente.
Agora que você conhece bem o seu mercado e as opiniões de seus clientes, analise estas informações com cuidado e encontre seus pontos em comum. Agrupe as ideias de seus clientes em categorias, faça tabelas e gráficos para analisar comentários positivos e negativos. Assim você saberá o que é preciso para aprimorar seu produto. Lembre-se de compartilhar seus achados com sua equipe.
Com as informações organizadas e equipe alinhada, é hora de traçar uma estratégia e definir objetivos. Estar presente nas mídias sociais demanda tempo, decida com clareza de quem é a responsabilidade de atualizar os perfis, monitorar as interações com os usuários, além de medir os resultados de cada ação. Faça uma lista das tarefas relacionadas e estabeleça responsabilidades.
Ao estabelecer seus objetivos, seja realista e não caia na armadilha dos números: a quantidade de seguidores (ou fãs ou o que seja) não é mais importante do que a qualidade de relacionamento que você conquista.
Conteúdo acessado em : http://www.blogdoecommerce.com.br/passos-sucesso-redes-sociais/
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São Paulo – Em janeiro deste ano, as críticas de um consumidor contra a fabricante de eletrodomésticos Brastemp levaram a empresa a figurar entre os quatro assuntos mais comentados do mundo no Twitter. Nesta semana, o amargo papel foi representado pela Renault. Cansada de esperar durante quatro anos pela atenção da companhia para resolver seu problema, uma consumidora criou um site e gravou vídeos em que conta e compartilha em redes sociais sua indignação com o descaso da marca.
O site Reclame Aqui, que atua como um canal online direto de comunicação entre consumidor insatisfeito e marca, registrou em 2010 uma média de 4 milhões de visitas por mês, número quatro vezes maior do que o alcançado em 2009 e também superior à contagem de atendimentos realizados pelo Procon – Procuradoria de Defesa do Consumidor - neste ano, fechada em 630 mil. Isso aponta para uma mudança no comportamento dos consumidores e deve ser visto com atenção pelas marcas.Provas indiscutíveis de que as empresas ainda estão falhando em questões fundamentais como o atendimento ao cliente, os dois casos são também emblemáticos porque colocam a reputação das empresas envolvidas em questionamento.
A escolha por compartilhar a insatisfação na web mostra que os consumidores estão muito mais atentos aos canais de comunicação que têm à sua disposição do que as empresas. E mais, estão cientes de que quando a reputação de uma marca é afetada, o problema é “mais embaixo”, e ela tende a ser mais ágil para amenizar a situação.
“Quando o consumidor vai reclamar por telefone ou vai em uma loja física para reclamar de alguma coisa, ele é bastante complacente, mas quando esse mesmo consumidor entra em uma rede social ou qualquer outra rede na web, ele se transforma, usa muita força no que diz e apela mais, colocando detalhes da má experiência que teve. Então esse impacto é muito grande para as marcas”, diz Maurício Vargas, diretor geral do Reclame Aqui.
Para André Telles, CEO da agência Mentes Digitais, dificilmente uma ação no Procon impacta tão negativamente uma marca se comparada ao compartilhamento dessa mesma insatisfação nas redes sociais: “Uma reclamação pode ir para frente no Procon, mas apenas como um fato isolado, e por isso não afeta tanto a marca. Mas quando cai nas redes, impacta muito. Os consumidores estão dando exemplo de como utilizar as ferramentas multimídia para reclamar seus direitos.”
Um recente estudo da E.Life, empresa de inteligência de mercado e gestão do relacionamento em redes sociais, monitorou o termo #Fail no Twitter por um período de três meses. Os resultados da pesquisa mostraram que as categorias de empresas mais criticadas no Twitter foram as mesmas mais reclamadas também no Procon.
“Com certeza as redes sociais e o Reclame Aqui estão modificando o relacionamento com o consumidor, porque eles estão presentes também no pré-compra. O Procon é presente apenas na repercussão negativa, no pós-compra negativo. A Brastemp, por exemplo, foi parar nas redes sociais porque uma pessoa colocou ela lá, e outras pessoas confirmaram a experiência negativa.”Ou seja, as redes sociais são hoje um canal natural de autorregulamentação no tratamento do consumidor, como explica Alessandro Barbosa Lima, presidente da E.Life. Apesar de não serem um canal oficial como o Procon, agem como potencializadores na relação da marca com o consumidor, afetando tanto para o bem quando para o mal.
As reclamações de clientes em redes sociais se tornam cada vez mais efetivas na resolução dos problemas não só porque expõem o desrespeito de uma marca com seu cliente, afetando na credibilidade da companhia, mas sobretudo porque têm um sentido de permanência. O mesmo marketing que uma década atrás era feito boca a boca, hoje é feito também na rede. A diferença é que o que é comentado permanece online, disponível para acesso e pesquisa.
“As informações publicadas em 2004, na abertura do Orkut no Brasil, por exemplo, podem ser consultadas hoje, em 2011, e podem ser tomadas como verdade, mesmo que a empresa já tenha mudado”, diz Barbosa Lima. “O que estamos vendo hoje é que o SAC, em tempos de redes sociais, é feito com uma plateia.Virou praticamente um ‘reality show’. Então acaba sendo hoje bem mais sensível para uma empresa do que era nos anos 90. O que as empresas ainda não entenderam é que o SAC hoje é o novo marketing, e se esse canal não atua bem em redes sociais, ele tá prestando um mau serviço em público.”

A J.Cocco Sportainment Strategy divulgou o Ranking Sport Marketing de 2011, com as atividades esportivas mais lucrativas para investimentos de marketing. O futebol continua ocupando o primeiro lugar, acumulando 1.522 pontos.
O rugby é a modalidade que mais avançou em comparação com o último levantamento, em outubro de 2010, deixando o 28º lugar e ocupando agora a 24ª posição. As modalidade que sofreram queda foram automobilismo e golf, caindo uma posição cada, e ocupando respectivamente, a terceira e a sexta posição.O destaque deste ano é a subida do vôlei e do atletismo, que deixaram a terceira e a sexta posição, ocupando agora, respectivamente, o terceiro e quinto lugar. Já o basquete ganhou dois pontos, subindo da 22ª posição para a 20ª.
Esporte Ranking Março / 2011 Ranking Outubro 2006 FUTEBOL 1522 1524 VOLEIBOL 1375 1395 AUTOMOBILISMO 1342 1366 TÊNIS 1213 1213 ATLETISMO MARATONAS CORRIDA DE RUA ACADEMIA 1121 1077 GOLF 1097 1117 GINÁSTICA 1068 1285 HIPISMO 1053 1005 DESPORTOS AQUÁTICOS 997 952 MOTOCICLISMO 974 960 SURF 972 912 RADICAIS 939 840 CICLISMO 915 838 POLO 906 945 FUTSAL 892 891 HANDBALL 793 786 TRIATHLON 790 847 VELA E MOTOR 770 865 BICICROSS 760 828 BASQUETE 722 863 ESQUI AQUÁTICO 650 737 SKATE 601 613 PARAQUEDISMO 599 804 RUGBY 569 590 VÔO A VELA 567 660 JUDO 538 653 BASEBALL E SOFTBALL 518 529 TIRO ESPORTIVO 485 648 TÊNIS DE MESA 483 551 HOQUEI E PATINÇÃO 442 590 BADMINTON 436 526 PESCA E DESPORTOS SUBAQUÁTICOS 434 585 DESPORTOS NA NEVE 424 581 ESGRIMA 421 582 SQUASH 389 587 PENTATLO MODERNO 383 535 REMO 381 501 DESPORTOS NO GELO 360 517 XADREZ 344 525 HOQUEI SOBRE GRAMA E INDOOR 332 502 BOXE 327 483 DESPORTOS UNIVERSITÁRIOS 315 418 TAEKWONDO 306 591 ORIENTAÇÃO 276 428 LEVANTAMENTO DE PESO 276 441 TIRO COM ARCO 271 429 CAPOEIRA 267 439 CANOAGEM 255 470 KARATÊ 252 412 JIU-JITSU 250 410 KUNG FU WUSHU 249 432 CULTURISMO E MUSCULAÇÃO 248 478 LUTAS ASSOCIADAS 246 406 CAÇA E TIRO 214 359 BOLICHE 191 406

Tenho muitos amigos - e até parentes - que são publicitários.
E tenho me espantando com a popularidade dessa profissão entre os mais jovens.
Para ajudar quem
está pensando em se dedicar a essa profissão cheia de glamour, resolvi fazer um pequeno guia. Espero que seja útil.
Como se inserir no mercado de trabalho
Fácil: minta no currículo. Ninguém vai checar mesmo.
Incluir cursos no exterior é sempre bom. Especialmente em cidades modernas e cool como Berlim ou Copenhagen. Ponha lá: “assistente de produção no Stor Oksekod, na Dinamarca”. Ninguém precisa saber que é uma churrascaria.
Outra coisa que sempre funciona bem em currículos é incluir premiações. Publicitários adoram premiações, tanto que criaram milhares para distribuir entre eles mesmos.
Inclua algo como: “4º colocado do prêmio Golden Taroba na categoria ‘melhor folheto’ no 5º Publicity Awards de Itaperuna”. Sempre ajuda.
Pronto, consegui um estágio na agência. E agora?
O passo seguinte é achar um nome pra você.
Lembre-se que, da porta da agência pra dentro, você é um artista. E todo artista precisa de um nome adequado.
Nomes de publicitários se dividem em três categorias básicas.
A primeira são os nomes italianizados. Fica bonito e moderno. João vira “Gianni”, Luís vira “Luigi”, Lucicleide vira “Luce”.
A segunda categoria é a de nomes monossilábicos terminados em acento circunflexo ou “u”, como “Clô”, “Fô”, “Rê”, “Mô”, “Stê”, “Pê”, “Mu” ou “Du”.
A terceira são apelidos bem brasileiros e divertidos, como “Joca”, “Tutuca”, “Drica” ou “Zoza”.
Mas lembre-se: independentemente do nome que você escolher, o sobrenome precisa ser grande e insólito. Nada de “Silva” ou “Moreira”.
O nome ideal, portanto, seria algo como Du Fregolini, Clô Bierrenbach ou Joca Thompson.
Observe que, em todos eles, o primeiro nome tem uma pegada bem despojada, mas o sobrenome dá o tom grave e solene que o publicitário precisa e merece.
Vamos supor que seu nome seja Luis Castro. A partir de hoje, você é Luigi Castellari. Parabéns, Luigi!
Como me enturmar?
Mesmo que você ganhe 545 reais, a melhor idéia é investir uns 4 mil e comprar um abadá no bloco da agência no carnaval de Salvador. É lá que os melhores contatos são feitos.
O vocabulário
Não estranhe se, na primeira reunião, alguém te disser: “Luigi, vamos dar o start. Você tem o briefing do job? Então faça um c-call com o team do Du Fregolini, que fez o filme do papel higiênico Ralorrabo, e pergunte se o recall do cliente foi satisfatório.”
Fique calmo. Ninguém está entendendo nada mesmo. Você se acostuma.
A obsessão pelo making of
Todo publicitário adora um making of. Esse fenômeno é conhecido por “efeito Narciso”.
Lembre-se: para cada segundo de comercial filmado, a agência costuma rodar 30 minutos de making of.
O último comercial do desodorante Suvacol, dirigido por Du Fregolini, mereceu um DVD triplo com dezenas de entrevistas, análises e depoimentos. “Fregolini é um gênio”, disse Joca Thompson. “Considero este o Encouraçado Potemkin dos filmes de desodorante”.
Características de comportamento
Publicitários têm duas características básicas: são extremamente gregários e indecisos.
Isso explica o gigantesco número de reuniões de cinco horas com 15 pessoas em que não se decide nada.
A gênese de idéias e da criação publicitária
Em reuniões na agência, toda boa idéia, mesmo que venha do estagiário, é reivindicada pelo seu superior imediato, que é então reivindicada pelo superior deste, e assim por diante, até chegar ao dono da agência.
E toda idéia que dá errado, mesmo que venha do dono da agência, é colocada na conta de seu subalterno imediato, que passa para o seu subalterno, e assim por diante, até chegar ao estagiário, que é então demitido.
A injeção sazonal de modernidade
Fenômeno que costuma ocorrer nos meses de agosto e janeiro, quando o dono da agência ou o chefe de criação voltam de Nova York ou Paris, onde viram o Blue Man Group ou o La Fura Dels Baus pela 37ª vez, trazendo as últimas novidades em matéria de comportamento: “Fui ao Brooklyn e vi muita gente usando cueca por cima da calça, é a última tendência!”
O fenômeno é seguido, alguns meses depois, por uma enxurrada de comerciais estrelados por pessoas usando cueca por cima da calça, editoriais de moda com modelos usando cueca por cima da calça, e publicitários andando pela agência com cueca por cima da calça.
Pronto. Agora é com você. Boa sorte, Luigi!